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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Taborda

Já disse isso algumas vezes por aí, mas resolvi contar a história mais uma vez aqui no É Tudo Verdade. Conheci Marianna Taborda na faculdade de comunicação da Puc-Rio. Ela era dona de vistosos cabelos louros, um nariz literalmente empinado e uma cara de poucos amigos. Como achava aquela garota metida.. ui!

Pois bem, anos depois, quis o destino que nos encontrássemos na redação da revista Contigo!, aqui no Rio. Ela era repórter da redação, e eu responsável pela cobertura dos eventos da noite para a revista (vulgo repórter da noite). Convivíamos pouco. Mas já havia dado para perceber que ela não era tão metida assim. Também já não era mais loura, tinha uma risada única e era uma das repórteres mais dedicadas da redação (páreo apenas para Clarissa Frajdenrajch).

Depois, consegui ir trabalhar na redação e Mari (sim, ficamos íntimas) foi uma das pessoas que mais me ajudou... Com textos, com histórias engraçadíssimas(só perdia para Bárbara Guidalli) e com sua indefectível risada...

Pois bem, revirei o baú do Raul porque há duas semanas, essa moça convidou a mim e Luciana Tecídio(outra aquisição dos tempos de Contigo!) para uma reuniãozinha em sua casa. O que era um encontro regado a vinho e cervejinha, virou um papo brindado com muito Chandon, relato dos detalhes do casamento da moça, que está próximo, e muitas risadas sobre os velhos tempos e dos velhos problemas da vida.

Todo esse papo é só para falar da beleza de se dar uma segunda chance ao ser humano. Enfim, nunca julgar um livro pela capa. Se tivesse feito isso, teria perdido a oportunidade de conhecer alguém tão especial como Mari.

Ps.: Até hoje ela justifica sua suposta antipatia com os cabelos louros. Diz que muita gente a acha mais simpática depois que voltou a exibir fios castanhos(risos).

terça-feira, 19 de maio de 2009

Tá aumentando...

Quando criança, nunca gostei muito do meu nome.. achava ele meio besta, sem graça... sei lá.. Mas as opções que meus pais tinham não eram lá muito melhores, não... Seria Eliane, Elaine ou Elizabeth
(Tá, não sei se eles íam escrever o Beth com th ou com te. Só sei que teria que começar com "E" porque o casalzinho apaixonado estabeleceu que o nome de cada filho começaria com a inicial de cada um... Daí, a insistência na letra "E" do senhor Evandro). Enfim, tô escrevendo a história do meu nome para dizer que atualmente tenho muitosssssss apelidos. Todos fofos! Não sei se meus amigos também não são muito chegados no meu nome ou se optaram por personalizar sua própria Eliane..rs

Tem o Eli da Sambeira, da Clarice, da Mari Ervilha e do pessoal do trabalho, o Lili da Tecídio e da Luciane, o Li que minha avó usava, o Lilica da Raíssa e da Flavinha, o Liliquinha da Mari Taborda, o Nane da Ana Paula, do Esli e do Lázaro, o Tia Nane do Popó, o Preta do pai, que meu pai chamava; o Neguinha que o Cesinha, meu primo, ressuscitou um dia desses(Já havia sido chamada assim há algum tempo), o Lica, que o Caloã inventou, o Pika malditou que a Alethea teima em dizer por causa do desenho do Pikachu... Enfim... para todos os gostos.

quarta-feira, 18 de março de 2009

É preciso saber viver...

O bom de estar cercado de pessoas interessantes é que até um simples chope (para comemorar o dia de St. Patrick, segundo a Alethea...rs) vira motivo para grandes descobertas. Foi assim que Marisa Bastos me contou de uma entrevista que ela assistiu de uma neurocirurgiã que falava dos percalços pelos quais passou ao ser vítima de um derrame que afetou todo o lado esquerdo do cérebro. O problema de saúde obrigou a médica a reaprender a ler, escrever e entender novamente sua individualidade.. enfim.. Reaprendeu a viver... A experiência resultou em um livro, e o papo resultou na conclusão de que você está sempre reaprendendo a viver. Podem tirar um pedaço seu: o lado do cérebro, um braço, um amor ou um amigo... Mas você está sempre se trasnformando a partir daquilo... ou sem aquilo, e sempre se tornando mais forte com a experiência... Ou, como minha avó já dizia, Deus só dá o frio conforme o cobertor.