Não gosto de generalizações, mas é que tenho ouvido relatos sobre traição masculina que quase me levam a crer que os moços não podem ver um rabo-de-saia que pulam a cerca. O pior é que são relatos absurdos... Um deles me fez cunhar o seguinte pensamento: “Na próxima encarnação quero vir homem para ter o senso de impunidade que eles têm”.Ontem, tive mais um exemplo desses... Segue o relato:
Amiga estava fazendo matéria sobre rodas de samba no Rio de Janeiro. Ela fotografa personagem 1 que descobre que personagem 2 é o seu ex e que foi fotografado para a matéria com a nova namorada.
“Quero que minha foto saia linda e bem grande e que a dele saía lá no pezinho com a nova namorada. Quero ver se agora esse noivado de oito anos acaba.”
Ou seja, o malandro tem uma noiva há oito anos, mas não se importa em ser fotografado para uma matéria de um jornal de grande circulação com a amante. É ou não é senso de impunidade? Certeza de que as coisas vão continuar dando certo e que a noiva não vai ver a matéria... Ou se ver, ele terá uma desculpa bem boa para justificar a notícia no jornal e seguir com seu relacionamento(s).
Capítulo 2, ou resposta para o meu pensamento. Conversa com figura emblemática do mundo do samba sobre como sua rotina de trabalho afetava sua vida afetiva...
“Quando estou apaixonado, sou fiel. Sou diretinho. Mas depois que passa a empolgação, já viu, né? A melhor fase do relacionamento é o início.Depois... Mas também não existe homem santo. Quer casar com homem santo, vai casar com o Papa.”
Ai, ai...