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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Com tudo o que vale a pena

Dia 12 de junho sempre causa apreensão em muita gente. Bobagem, alguns dizem... é só uma data comercial... Sim, é verdade... Mas, e se essa data comercial pega no seu calcanhar de Aquiles? Naquela vontade que você tem de ter alguém, mas que não está rolando? Como lidar com todos aqueles comerciais com casais apaixonados na TV? Com gente andando de mãos dadas e dando longos beijos apaixonados nas ruas e entupindo os shoppings, cinemas e motéis?

Inveja? Nada! Dor-de-cotovelo? Talvez... Mas e aí, qual o plano B?

Bem, se você está sozinho deve ser porque escolheu assim ou porque não encontrou alguém que vale a pena. Tem a opção de ser rejeitado, ado, ado, ado... Mas essa, por incrível que pareça, é mais difícil. Para quem quer farra, sempre tem bloco na rua... Sempre tem alguém a fim de beijar na boca... Vale a pena? Às vezes sim, às vezes não... Depende em que fase da vida você está. Eu, por exemplo, estou na fase de só perder tempo com algo que realmente valha a pena, que me acrescente que partilhe e possa se deixar ver, ser lido e ser completado... Difícil? Talvez... Mas como já dizia alguém aí... Tem sempre um pé descalço para um sapato velho ou uma pessoa bacana para outra pessoa bacana... Bora esperar o Natal! rs

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Solta essa zorra! (Ou tratado sobre guia de motéis)

Dia desses, conversando com Camilla Gabriella (a única..rs)pelo msn, recebi dela um link de guia de motéis. Ela estava pesquisando alguns para cenário de uma possível festa de aniversário (sim.. a época da peregrinação para Coelho Neto está chegando), e resolveu me mandar a “preciosidade” para eu ter sempre a mãos.

Falei na mesma hora: “Pra quê eu quero isso? Motel não se pesquisa. Motel é aquele lugar, para horas urgentes, em que nada mais importa na vida, a não ser um cantinho pra ser feliz”. É claro que você não vai entrar em uma espelunca cheia de pulgas (se bem que já vivi ótimos momentos em uma espelunquinha em Salvador.. Não conhecia a terra, a urgência era muita... ), mas isso já dá pra sacar só pela cara do lugar... Não precisa pesquisar pra saber...

Tem aqueles casos também de aniversário de casais. Em que normalmente a mulher quer um cenário diferente pra fazer uma surpresa pro maridão. Ok! Menos mal. No outro dia mesmo, uma colega de trabalho falava sobre uma dessas suítes para datas especiais. Ela tinha ido até o local fazer uma matéria e ouviu da atendente que a pobre teria que encher o lugar de bolas e de velas pra um casal... Na boa? É festa de criança? Então para quê as bolas (sem trocadilhos, por favor!)? É enterro? Então pra quê o monte de vela? Sem contar que vela deixa uma catinga (saudades dessa palavra... catinga... tem uma sonoridade engraçada... catinga, catinga) desgraçada.

É aniversário de uma casal, minha gente! Dois seres que se amam, que se querem e que se desejam. Então o que se festeja/celebra numa hora desssas? Os dois!!! Não precisa vela, bola, o caramba a quatro! Precisa de gente com amor, tesão, necessidade do outro. Pronto! A festa tá completa... Assim como não precisa de um grande cenário quando o que importa mesmo são os atores principais... rs