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domingo, 12 de outubro de 2008

Diário de Bordo 29/09/08

Sabia que a história de acordar cedo não daria certo. Às 9h da manhã estava morta e começando a ficar de mau humor. Daí, achei melhor passar a excursão para o mercado são José, no Recife antigo, e adjacências. Andar debaixo de sol forte me lembra obrigação, e obrigação me lembra trabalho...rs. Preferi ir para a praia com a Carol, aproveitar um pouquinho mais da alemã mais brasileira que já conheci, já que ela vai embora hoje.

Ficamos em Boa Viagem, voltamos por volta das 13h, almocei no albergue (filei a comida alheia de novo), tomei banho e fui dormir. Sensacional dormir uma segunda-feira à tarde sem hora para acordar.

Acordei por volta das 16h, com o Scott fazendo barulho no quarto. Decidi levantar para me despedir da Carol, que foi embora querendo ficar mais... Ela disse que na próxima encarnação quer nascer brasileira. Agora, estou na rede escrevendo isso. Ah, também liguei para a vaquinha da Camilla Gabriella. Era niver dela e achei que ela merecia um interurbano..rs.

Ai, ai.. Agora não sei o que fazer mais tarde... Praia, andar de bicicleta ou visitar a cidade?

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Solta essa zorra! (Ou tratado sobre guia de motéis)

Dia desses, conversando com Camilla Gabriella (a única..rs)pelo msn, recebi dela um link de guia de motéis. Ela estava pesquisando alguns para cenário de uma possível festa de aniversário (sim.. a época da peregrinação para Coelho Neto está chegando), e resolveu me mandar a “preciosidade” para eu ter sempre a mãos.

Falei na mesma hora: “Pra quê eu quero isso? Motel não se pesquisa. Motel é aquele lugar, para horas urgentes, em que nada mais importa na vida, a não ser um cantinho pra ser feliz”. É claro que você não vai entrar em uma espelunca cheia de pulgas (se bem que já vivi ótimos momentos em uma espelunquinha em Salvador.. Não conhecia a terra, a urgência era muita... ), mas isso já dá pra sacar só pela cara do lugar... Não precisa pesquisar pra saber...

Tem aqueles casos também de aniversário de casais. Em que normalmente a mulher quer um cenário diferente pra fazer uma surpresa pro maridão. Ok! Menos mal. No outro dia mesmo, uma colega de trabalho falava sobre uma dessas suítes para datas especiais. Ela tinha ido até o local fazer uma matéria e ouviu da atendente que a pobre teria que encher o lugar de bolas e de velas pra um casal... Na boa? É festa de criança? Então para quê as bolas (sem trocadilhos, por favor!)? É enterro? Então pra quê o monte de vela? Sem contar que vela deixa uma catinga (saudades dessa palavra... catinga... tem uma sonoridade engraçada... catinga, catinga) desgraçada.

É aniversário de uma casal, minha gente! Dois seres que se amam, que se querem e que se desejam. Então o que se festeja/celebra numa hora desssas? Os dois!!! Não precisa vela, bola, o caramba a quatro! Precisa de gente com amor, tesão, necessidade do outro. Pronto! A festa tá completa... Assim como não precisa de um grande cenário quando o que importa mesmo são os atores principais... rs