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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Wanessa Camargo se deu bem!

Na semana passada, a repórter de celebridades aqui foi destacada para ir à pré-estreia de "High School Musical - O desafio", que é uma versão brasileira do filme americano e que tem a presença de Wanessa Camargo no elenco. Na verdade, meu site não queria saber muito dos dotes de Wanessa na telona, mas sim de sua participação nos shows de Beyoncé que havia sido anunciada naquele mesmo dia. Anunciada de baixo de críticas, claro! "Como assim, Wanessa?" "Quem é essa garota pra abrir o show da diva?" "Isso só pode ser coisa do Buaiz!"

Marcus Buaiz é o marido da cantora que, reza a lenda, intrometeu-se tanto na vida profissional da mulher que acabou se indispondo com a família dela (os filhos de Francisco) ao sugerir que Wanessa abolisse o sobrenome Camargo de sua carreira.

Especulações à parte, não se pode negar que a carreira da moça deu um 'up grade' desde que o maridón começou a cuidar dela. Ela agora de apresenta em clubes da moda em São Paulo, cantou em um dos desfiles do "Oi Fashion Rocks", que é um evento de moda que mistura este item com música, e agora vai abrir os shows de Beyoncé no Rio e em Florianópolis. Além disso, diante dos olhos da repórter aqui, Marcus é sempre um amor com Wanessa. Na pré-estreia mesmo em que estive, enquanto a mulher dava entrevistas, lá foi ele buscar pipoca e refrigerante. No meio do caminho, parou para falar com fãs da mulher, dando atenção a todos. Depois, foi para o lugar do casal na sala escura de cinema, todo atencioso. Isso, sem necessariamente saber que havia uma repórter por perto, observando(sala escura, lembram?).

Ou seja, o empresário é fofo, atencioso e briga mesmo pela carreira profissional da mulher. Talvez, tenha cometido alguns excessos no meio do caminho. Mas que homem hoje em dia dá essa força toda para a esposa se realizar profissionalmente? Por mais que seja empresário e que lucre com isso, ele também já foi bastante criticado por investir em Wanessa e tentar torná-la um produto vendável, sem a marca brega que ela sempre carregou. Enfim... Está dando certo e eu preciso de uma marido desses pra mim (risos).

sábado, 2 de maio de 2009

Festa de casamento



Neste finde recebi as fotos do casamento de uma amiga...Além de olhar para ver se eu aparecia muito alegrinha em alguma delas, reparei nas caras alegres, ou melhor, felizes das pessoas presentes... Já achei festa de casamento meio chata...

Hoje, diante dessa modernidade louca que oferece tantas escolhas e opções, é muito bacana ver que algumas pessoas ainda preferem escolher umas as outras.. Ou escolher apenas aquilo que importa... Amo festas de casamento.. Além da fartura de bebida(não é à toa que o primeiro milagre de Jesus foi em uma festa de casamento... e justamente transformando água em vinho... rs), tem fartura de felicidade, verdade, amor...

Calhou também de eu ouvir a nova música do Frejat (Não quero brigar mais não). Linda, fofa e acho que traduz bem esse tipo de sentimento...

Frejat, te amoooo
Flavinha e Léo, vida longa para a união de vocês
Flavinha e Felipe, não se esqueçam do que o Padre Navarro falou..rs

sexta-feira, 13 de março de 2009

Mais uma de amor

Ontem fui encontrar com a Clarice - uma das minhas melhores amigas -, e, além dos assuntos nossos de cada dia ( namoros, família e trabalho) acabamos falando também de nossas últimas descobertas cinematográficas. Na quarta-feira, fomos ver “O Lutador”, saí do filme achando que a melhor coisa do longa era o corpão da Marisa Tomei, que aos 44 anos bate um bolão nas cenas de pole dance, e a frase do Randy dizendo que as músicas dos anos 80 eram incríveis, “mas aí veio o Kurt Cobain e estragou tudo”... sensacional..rs

Também descobri que a Clarice, aquele anjinho que lembra a Ana Paula Arósio, gostou do filme porque se amarra em Vale Tudo... Tipos: filme de luta, porrada, anjinho gosta... Ainda não me recuperei dessa revelação.. RS

Mas enfim... Todo esse nariz de cera para dizer que, lá pelas tantas, Cla comentou do “Quem quer ser milionário”, que é S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L, e que sentia falta de mais histórias assim, que não fossem sempre a mesma coisa, nem a mesma turma de Hollywood.

Enfim... Conversa vai e conversa vem, lembrei de uma história de família que daria um filminho bem bonitinho. Um água-com-açúcar que a gente pensa que não acontece por aí, mas acontece, sim.

Trata-se da história da minha avó materna, Maria, com a do meu avô, Severino. Ele era cego e tocava sanfona na rua para descolar um dinheirinho. Minha avó tinha um ponto de venda de caldo de cana. Acho que os dois ficavam próximos. Daí, sabe como é, né? Conversa vai, conversa vem, e o ceguinho ganhou Dona Maria no papo (risos). Eles já tinham sido casados anteriormente. Ele tinha uma filha do primeiro casamento, a tia Salete, e minha avó três: os tios Reinaldo, Roberto e Rui.

Eis que eles começaram a namorar e meu avô foi pedir minha avó em casamento. Ele estava sentado com ela, arrancou um pedaço de mato que estava perto e colocou no dedo anular da mão esquerda para medir qual seria o tamanho da aliança. Ela perguntou para quê era aquilo e ele contou que queria pedi-la em casamento. Segue o seguinte diálogo segundo Dona Maria contava, já que não conheci meu avô.

- Olha aqui Severino, a gente está junto e não quero ninguém dizendo por aí que enganei ninguém, não. Sou preta, pobre e tenho três filhos para criar (Sentiu de onde vem certos momentos de sutileza de Eliane Santos, né?).

- Eu sei disso, e não te perguntei nada. Só pedi a sua mão para medir o tamanho da aliança. (Vóvis, era foda.. rs)

Enfim, depois desse momento ultra-romântico, eles casaram e tiveram mais dois filhos. Mamis (comigo na foto ao lado), que chama Maria também (graças a Deus escapei da sina de perpetuar o nome Maria na família) e meu tio David... Fico devendo a foto de Dona Maria I, a casadoira

Eles viveram muito felizes até o dia em que meu avô morreu do coração. Mas nunca ouvi minha avó falando mal do meu avô. Ele era um homem bom, justo, trabalhador e que vivia brigando com minha avó para tirar os filhos do primeiro casamento do colégio interno para viverem com eles (Ela já os tinha por lá já há algum tempo e não quis mudar o esquema depois que casou de novo).

Enfim... Seu Severino morreu do coração, dormindo, feito um passarinho como minha avó costumava contar. É isso que eu quero... nem luxo, nem lixo... Apenas um homem que enxergue quem eu sou de verdade, que me ame por isso e, se der, que consiga pedir minha mão em casamento com um gesto tão singelo e original. Dava ou não dava uma história de cinema?