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sábado, 5 de junho de 2010

Códigos sexuais: quando parar de usar camisinha com seu parceiro?

Há mais ou menos um mês, o Fantástico apresentou reportagem que mostrava uma mulher que processa um antigo namorado pelo fato dele ter lhe transmitido o vírus da Aids propositalmente. O acusado teria feito o mesmo com outra mulher e já estava preso. Ele admitia ser portador da doença, mas negava que tivesse feito a transmissão do vírus com consciência, por má fé, o que configuraria crime de tentativa de homicídio.

A história me fez pensar que o caso aconteceu porque a maioria das pessoas ainda é muito leniente com o uso do preservativo nesses tempos de Aids. Na maioria dos casos, você conhece um parceiro, tem sua primeira relação sexual com ele usando camisinha, a segunda, a terceira e, a partir do momento que a coisa se configura mais ou menos como um relacionamento fixo, o casal abole o uso do preservativo.

Nunca conheci ninguém que dissesse: “Só começamos a transar sem camisinha depois que os dois fizeram teste de HIV e apresentaram um para o outro”. Não duvido que haja, mas deve ser um número ínfimo de pessoas. Pedir isso para o parceiro soaria como prova de desconfiança, o que para um começo de relacionamento seria altamente nocivo, “pegaria” mal. As pessoas preferem se arriscar transando sem camisinha, sem tocar no assunto que é delicado, sim, mas necessário, e vivendo numa eterna roleta russa.

Nem sempre os parceiros são loucos e saem transmitindo o vírus da Aids por aí por loucura. Às vezes, eles simplesmente não sabem que têm a doença. Mas para ambos os casos, prevenção e sensatez resolvem.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Lavou tá novo ou ode a neo virgindade?

Anamara, Maroca ou a participante mais desbocada e desmedida da 10ª edição do Big Brother Brasil barbarizou durante a entrevista coletiva de lançamento de seu ensaio nu na Playboy.Não que fosse para ser diferente. Acho o fim a pessoa estar lançando um ensaio nu e se fazer de pudica, dizer que pretendia mostrar o lado artístico da nudez. Ou alguém aí ainda acredita que o povo compra a revista para ler as entrevistas? Mas, como diz o outro, Anamara deu um “plus a mais” ao papo com os jornalistas. Falou que pensava em fazer sexo com um dos participantes, que não gosta de levar tapinha na cama, mas tapão, e que tem vontade de fazer sexo a três.
O bicho só pegou na hora de dizer quantos parceiros já passaram pela cama de Maroca. Ela fez questão de dizer que teve “Só nove homens” e deixar isso muito bem explicadinho. Tanto é que a assessoria da revista ligou para a redação do site EGO para esclarecer que Maroca teve nove homens, mas cada um de uma vez. Não foram todos ao mesmo tempo, não. Como se precisasse de tal tipo de esclarecimento.

Visto que, se a moça tivesse tido nove parceiros em uma só relação sexual, isto estaria na manchete de todos os veículos que foram cobrir a tal coletiva, piscando em luzes neon. Mas tal detalhe me levantou o seguinte questionamento: pode fazer o que quiser na cama desde que seja só com um? Ou melhor, com uns? Já que ninguém aqui acredita que se compre Playboy pelas entrevistas, nem que se faz sexo com uma só pessoa nesta vida. Existe uma neo virgindade? Tipo: se der para um número até x é considerada quase nova, quase virgem? Não vale mais o lavou tá novo? Respostas para este blog, por favor!

sábado, 24 de abril de 2010

A pintura do teto

Conversando um dia desses com um amigo sobre os mistérios da sexualidade humana, ouço a seguinte pérola: “Se eu fosse mulher, ou ia dar pra todo, ou ia viver com um vibrador dentro de mim”. Retruquei dizendo que a sexualidade humana tem mais mistérios do que julga a nossa vã filosofia e que mulheres são diferentes dos homens. Não basta encostar para dar choque, sair faísca e vontade de agarrar qualquer coisa que se mexa.

Falei ainda que, em determinado momento do mês (questões biológicas da reprodução), ficamos, sim, mais taradas e que essa lógica mais masculina até funciona. Mas que no dia a dia, a coisa tem que ser estimulada. Tem que rolar um carinho, uma sacanagem no ouvido, um elogio (mulher adora ser elogiada) para ela se sentir desejada e com desejo também. Não que a gente não goste de sexo, é apenas a comparação do apetite sexual de homens e mulheres.

A lógica de sair dando por aí ou se agarrando a tudo que se mexa pode funcionar para a mulher também, já funciona para algumas. Mas até que ponto esse sexo é de qualidade, visto que na dinâmica da loteria do “dar para qualquer um” existe a chance de conseguir um “bom sexo”, mas também, e com mais frequência, a possibilidade de a química não funcionar? Não é à toa que as mulheres vivem reparando como está gasta a tinta do teto. Ou vocês acham mesmo que a gente se interessa por pintura e afrescos?

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Programa, garoto de programa

Conversando com uma amiga dia desses, ela me trouxe conclusões preciosas sobre o lugar da mulher moderna nesse mundo tão moderno quanto. Ela falava sobre a falta de sexo e sobre a necessidade de recorrer a algum tipo de serviço profissional pago. Perguntei se era isso mesmo, se tinha coragem e tudo o mais e, do alto de sua experiência, ela falou que esses melindres era para os homens. Que eles, sim, hoje em dia, tinham vergonha de admitir que pagavam pelos serviços de uma profissional. Ainda mais quando se tem mulher às pencas. Mas que para as mulheres era a solução. Ela explicava que mulheres que se metem a conseguir sexo por uma noite tendem a encontrar homens maliciosos, que tendem a mascarar a situação e a enganar as mesmas com promessas de amor eterno ou de ligação no dia seguinte. Dizia ainda que, mesmo que os perigos que cercam uma mulher moderna não fossem esses, seria a língua do povo, que desde a Idade Média continua a mesma. Daí que, com um profissional, existe a garantia de um serviço seguro, sem inconfidências, sem rodeios e com a possibilidade do dinheiro de volta, caso a satisfação não seja garantida. Prática, não? É isso mesmo? Manifestem-se, babies!

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Cotidiano

Senhorinha de aparentemente 52 anos na fila da farmácia paga tintura de cabelo, comprimidos quando, sorrateiramente, “colhe” um pacote de camisinhas do mostruário do caixa para acrescentar às suas compras. A princípio pensei: “Veja que danadinha! Ativa e prevenida!”. Depois, saquei que ela estava com um garoto, adolescente do lado. Tinha pinta de ser filho. Com uns 17 ou 19 anos. Ele, meio que de longe, observava tudo e aprovava com o olhar. Daí, pensei: “Que espertinha! Viu que o pacote de camisinha é mais barato que o pacote de fralda descartável”.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

sexta-feira, 27 de março de 2009

Leis sexuais bizarras

Como faz tempo que não escrevo uma sacanagenzinha saudável nesse blog, deparei-me com essa listinha no blog Sexpedia (ando numa mania de blog) e resolvi trazer para o É Tudo Verdade. Listinha saudável e que mostra que certos atos sexuais são considerados crimes por aí. Então, leitor amigo, para que você não seja pego desprevenido e possa fornicar em paz, independente do lugar onde esteja, lá vai:

1- Nos estados norte-americanos do Arizona, Texas e de Rhode Island, pessoas que não são casadas são proibidas de fazer sexo. Os solteiros que forem pegos no flagra podem pegar uma pena de até três anos de prisão.

2 – Ainda nos EUA, sexo oral é proibido em 18 estados. Já em Washington a única posição sexual permitida pela lei é o famoso papai-mamãe. Kama Sutra, nem pensar.

3- No Líbano, a zoofilia é permitida, mas só quando o animal em questão for do sexo oposto ao da pessoa

4- Já no Oriente Médio é lícito manter relações sexuais com cordeiros, mas é considerado pecado mortal comer a carne do cordeiro com que se transou. Tá pensando que o bichinho é o quê?

5- No Reino de Bahrain (estado independente localizado na região do Golfo Pérsico), os médicos podem fazer exames ginecológicos nas pacientes, mas estão proibidos de olhar diretamente para suas partes íntimas (devem usar um espelho).

6- Na ilha de Guam, no Oceano Pacífico, as mulheres não podem se casar se forem virgens. Por isso, existem homens com a função de “desvirginadores”, que vão em todos os povoados oferecer seus serviços (e cobram pelo trabalho).

7- Em Budapeste, na Hungria, só é permitido transar de luz apagada sob pena de multa em caso contrário.

8- Em Hong Kong, as mulheres traídas têm o direito de matar os maridos adúlteros, mas sempre com as próprias mãos. Já no caso da amante, pode-se apagar a infeliz do mapa da maneira que achar melhor.

9- Em Israel, pode-se pegar três anos de cadeia por assistir a filmes pornôs.

10- Na Indonésia, a masturbação é um crime que se paga com a própria cabeça (sim, decaptação!).

11- Os brinquedos eróticos (vibradores e afins) são ilegais na Índia(tadinha da Maya).

12- Uma lei de Cali, na Colômbia, diz que a mãe da esposa deve estar presente na primeira vez que o casal transar. Já pensou em ter que comparecer com a sogrona olhando?

13- Na Estônia é proibido jogar xadrez durante o ato sexual. Será que alguém aí já tinha pensado nisso?

14 – Na Flórida, se castigam todos aqueles que mantém relações sexuais com um porco-espinho.

15 – Na Rússia, a polícia pode multar quem estiver se beijando na rua. O valor da pena varia de acordo com a intensidade do beijo. As autoridades consideram que o ósculo na boca é o começo de tudo e, se forem tolerados, as ruas podem convertem-se em verdadeiras orgias.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Pérolas do Carnaval 1 (entrevouvido por aí)

"O melhor sono é aquele que vem depois que você já encheu o pote ou aquele depois do sexo. Depois de beber, vai dando aquela molezinha, um soninho bom e você dorme que é uma beleza! Depois de dar umazinha, o corpo fica relaxado e virar para o lado e dormir é a ordem natural das coisas... Ok, não precisa virar para o lado, pode ser de conchinha também"

sábado, 29 de novembro de 2008

Coisas engraçadas que lemos por aí...

"Só tenho uma resolução de Ano Novo: não dou, não dou e não dou. Se o Dalai Lama e o Padre Marcelo podem viver sem sexo eu também posso. Um vive rindo, o outro vive cantando, não há de ser de todo ruim. Feliz Ano Novo!” - do livro Sua Excelência, o canalha

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Lendas Urbanas Sexuais

Pausa no diário de bordo... Mas não tem como deixar passar o post que vi em um outro blog, o Sexpedia, sobre lendas urbanas sexuais.. Aquele monte de bobagem que muita gente jura que é verdade, mas que ninguém nunca comprovou... Peguei umas que estavam postadas por lá, e queria a ajuda dos caros colegas que vêm aqui para incrementarmos a lista.. Que tal? Conto com vocês!

1- O tamanho do pênis é proporcional ao tamanho do pé (é só dividir o número que ele calça por dois para chegar ao comprimento)

2- Para medir o tamanho do pinto é só dobrar a mão e ver até onde o dedo médio alcança. O tamanho é daquele ponto até o final do dedo esticado

3- Homens narigudos ou com gogó grande são bem dotados

4- Homens narigudos gozam mais longe (deve ter relação com a teoria de cima)

5- Homem com língua pequena tem pinto pequeno

6- O quadril da mulher fica mais largo quando ela perde a virgindade

7- Mulheres peludas são mais quentes na cama (só se for de calor mesmo…)Cláudia Ohana se deu bem nessa..rs

8- Mulheres de boca pequena têm a vagina mais apertada

9- Mulher que rebola muito é porque gosta de sexo anal

10- Mulheres com seios grandes sentem mais prazer

11- Mulheres orientais têm vaginas horizontais (medo)

12- Japonesas têm vagina rasa (será que é por isso que japonês tem pinto pequeno?)

13- Teste da bacia: a mulher faz o cara sentar numa com água pela metade. Se o saco boiar, é porque o cara transou

14- Teste da farinha para saber se a pessoa pratica sexo anal (será que alguém já fez esse teste?)

domingo, 20 de julho de 2008

FODAM-SE (ou a importância do instinto sexual)


Freud notou que na maioria dos pacientes que teve desde o início de sua prática clínica, os distúrbios e queixas de natureza hipocon- dríaca ou histérica, estavam relacionados a sentimentos reprimidos com origem em experiências sexuais perturbadoras. Assim, ele formulou a hipótese de que a ansiedade que se manifestava nos sintomas era conseqüência da energia (libido) ligada à sexualidade; a energia reprimida tinha expressão nos vários sintomas que serviam como um mecanismo de defesa psicológica. Essa força, o instinto sexual, não se apresentava consciente devido à "repressão" tornada também inconsciente; Revelação da "repressão" inconsciente era obtida pelo método da livre associação (inspirado nos atos falhados ou sintomáticos, em substituição à hipnose) e interpretação dos sonhos (conteúdo manifesto e conteúdo latente). O processo sintomático e terapêutico compreendia: experiência emocional - recalque e esquecimento - neurose - análise pela livre associação - recordação - transferência - descarga emocional - cura.