São sete e meia da manhã de um domingo e eu já estou acordada. Dá para acreditar? É que o maldito finlandês que está dormindo na parte de cima do meu beliche não parou de se mexer, nem de falar à noite inteira. Estava conectado à internet e achando que estava em alguma La house. Scott, que na verdade é inglês e mais calminho, vai ficar.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Diário de Bordo 28/09/08
São sete e meia da manhã de um domingo e eu já estou acordada. Dá para acreditar? É que o maldito finlandês que está dormindo na parte de cima do meu beliche não parou de se mexer, nem de falar à noite inteira. Estava conectado à internet e achando que estava em alguma La house. Scott, que na verdade é inglês e mais calminho, vai ficar.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Diário de Bordo 27/09/08 – Parte dois
Depois de devidamente hospedada com a batata doce, comecei a pensar no que fazer da vida. Entre ir à praia e conhecer a cidade, optei por tomar um banho e tirar um soninho no começo da tarde de sábado. Afinal, poucos têm o luxo de dormir das 12h30 às 14h30 de um sábado em Recife .
Depois, acordei e, sim, fui à praia de Boa Viagem com os meus novos amigos Carol (alemã), Rafa e Carol (de Santa Maria, no RS). Fiquei por lá umas duas horas, voltei, tomei banho, me arrumei e peguei um ônibus para ir ao show do Arlindo Cruz no Marco Zero (ponto turístico da cidade). Isso mesmo! Foi sensacional ouvi-lo cantando “Madureiraaaa” em uma praça histórica, em outro estado que não fosse o Rio de Janeiro, mas cheio de sotaque carioca. Bebi três doses de uísque com guaraná por apenas R$ 16 (como a bebida é barata no Recife!), fiquei alegrinha e voltei para o albergue sem errar o caminho.
Lá, ainda filei a janta da galera que estava em Pernambuco para fazer prova para a secretaria de meio ambiente de lá, no domingo, 28. Como prova de boa vontade, prometi fazer uma feijoada para compensar a comida que comi e que não paguei (bêbado é foda.. promete mundos e fundos), e também porque o plano da caipirinha falhou, já que bebidas são proibidas no albergue. Ps.: meu inglês está novinho em folha com a presença dos finlandeses Mark e Scott, que chegaram no sábado.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Diário de Bordo 27/09/08 – 10h30
Então... Cheguei ao Recife sem maiores problemas. O vôo não foi tão bom porque eu estava com muito sono (ainda mais depois da smirnoff ice) e as malditas aeromoças não paravam se sassaricar (ou seja, mau humor na certa). Ainda teve um comissário que gritou (Ok! Não foi bem um grito, mas também não foi o tom de voz usual dos comissários de bordo) comigo quando eu quis ir ao banheiro fazer xixi. Sorte dele que eu ainda estava levemente alcoolizada e apenas falei que queria ir ao toilette. E ele: “Ok, mas a senhora fique sabendo que o avião pode balançar.
E eu: “Ok” (Com vontade bem grande de dizer ‘foda-se’).
Enfim, cheguei, fui para o meu albergue, mas daí bateu a síndrome de solidão. É terrível deparar-se totalmente sozinho, completamente responsável por você.
A síndrome foi agravada pelo tratamento nada hospitaleiro que recebi no albergue.
Cheguei, preenchi minha ficha, fui informada que teria que adiantar as diárias e fui direcionada para o meu quarto.
O quarto era ótimo. Enorme. Com quatro beliches e uma área com uma bancada com espelho gigantesco (sonho de qualquer mulher), além é claro, de um banheiro separado que ficava dentro do quarto.Mas eis que chego até o quarto de banho (sempre sonhei usar essa expressão) e NÃO tem água quente!
Ok, no Recife é quente, mas às 2h30 da manhã, com três horas de sono da noite anterior, e com uma temperatura amena, o que é que você quer? Um banho quente é claro! Ficar pelo menos 30 minutos embaixo da água quente relaxando e mandando todas as impurezas do corpo e da alma embora. Mas não tinha! Desci prontamente até a recepção para perguntar se algum outro quarto o tinha e fui informada (com certo ar de deboche) que não havia.
Voltei para o quarto com a síndrome de solidão ainda mais aguda. Reparei também que não tinha roupa de cama. Apenas um lençol forrando a cama. Quase chorei. Sempre choro no meu primeiro dia de viagem... Rs. Lembra-me a solidão do primeiro dia na escola.
Enfim, resignei-me! Fui tomar banho frio (de cinco minutos apenas), e depois enrolei minha calça jeans para servir de travesseiro. Fui dormir dizendo para mim mesma que daria uma chance ao ser humano. Acordaria cedo (o café da manhã era das 7h30 às 9h30), iria tomar café e fazer amizade com os outros alberguistas.
Desci às 8h30 me sentindo bem melhor depois da curta noite de sono. Só que na hora do vamos ver, encontro a mesa do café vazia, e um recepcionista que me apresenta apenas um prato com um pão francês inteiro, e garrafas térmicas com café e água quente para chá. Tinha uma jarra com suco de maracujá também. Juro que me senti uma presidiária com aquela cena. Tomei dois copos de suco para me acalmar, e saí em busca de um novo albergue.
Fui parar no Piratas da Praia, que ocupa o andar de um prédio. Os quartos eram menores, e teria que dividir o espaço caso ficasse, mas tinha água quente.Fiquei na dúvida se trocaria a solidão do meu quarto isolado por um beliche em um quarto com outras pessoas. Mas eis que o Tatá, o recepcionista que me recebeu, me chama para tomar café da manhã com ele, mesmo sem saber se eu ia ficar por lá. Na mesa tinha suco, biscoito, iogurte, frutas e batata doce, que foi o primeiro item que ele me ofereceu dizendo que sempre tinha algo regional nessas refeições. Cara, batata doce foi sacanagem! Minha avó cozinhava isso para a gente tomar café da manhã ou lanchar de tarde. Senti-me tão em casa...(risos)
Enfim, estou agora no meu quartão arrumando as coisas para ir para o “Piratas” ficar com a batata doce.
ps.: no caminho, descobri uma delicatessen que aceita VR. Estou pensando em patrocinar uma noite regada a caipirinha (preparada por mim, é claro) para os meus novos amigos do albergue: a alemã Carol, o Tatá e uma espanhola que não sei o nome ainda.
domingo, 5 de outubro de 2008
Diário de Bordo 26/09/08 – 22h20
“Ai que prazer não cumprir um dever. Ter um livro para ler e não o fazer!”É assim, citando Fernando Pessoa, que começo meu diário de bordo da minha viagem de férias/folgas para o Recife.
Estou indo só, e o vôo atrasou. Já bebi uma latinha de smirnoff ice para relaxar das pressões do dia (todo alcoólatra iniciante diz isso..rs) e das apenas três horas de sono que tive nas últimas 48 horas.
O bom desse momento é que você começa a desligar os motores. Por exemplo, estou cagando para a enorme fila de embarque que se forma à minha frente. Minha única preocupação agora é chegar viva e que tenha sol amanhã para que eu durma na praia debaixo dele.
Também gostaria que o velho chato que está ao meu lado no aeroporto parasse de berrar na porra do celular!!
Pé na estrada
Nossa! Quanto tempo não venho aqui..rs. Mas não tem nada não... Demorei, mas foi por uma boa causa... Estava organizando detalhes da minha viagem de férias (folgas). Sim, sim, caros amigos, Elizinha da Estrela finalmente tirou uns dias para curtir a vida... Fui para o Recife, Pernambuco.. Passei uma semana lá, e fiz um diário de viagem. O resultado você começa a conferir aqui no É Tudo Verdade a partir de hoje... Preparem-se... risos..
domingo, 14 de setembro de 2008
Já É
O dia hoje foi estranho demais.. vontade de ir embora.. de ficar e fazer as coisas direito.... Reflexão sobre a vida com a conclusão de que a gente vive fazendo um monte de merda só porque é o caminho mais fácil.. quando você sempre sabe exatamente o que deve fazer... Só falta disposição.. estupidez pouca é bobagem.. Daí, ouvi essa música do Lulu no rádio e acho que sintetizou bem o drama.. Sorry se o post pareceu hermético demais...
Já É
Sei lá
Tem dias que agente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Quando a gente achou que ía ser
Quando a gente crescer
E nossa historia derrepente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um Deja vú
Sei lá
Tem tanta coisa que a gente não diz
e se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou uma estrela que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um Deja vú
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora que já é
Por isso eu quero mais
Não da pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora que já é
Sei lá
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
quando a gente achou que ia ser
quando a gente crescer
e nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um Deja vú
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora que já é
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora que já é
Por isso eu quero mais
Não da pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora aqui já é
Já É
Sei lá
Tem dias que agente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
Quando a gente achou que ía ser
Quando a gente crescer
E nossa historia derrepente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um Deja vú
Sei lá
Tem tanta coisa que a gente não diz
e se pergunta se anda feliz
Com o rumo que a vida tomou
No trabalho e no amor
Se a gente é dono do próprio nariz
Ou uma estrela que se transformou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um Deja vú
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora que já é
Por isso eu quero mais
Não da pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora que já é
Sei lá
Tem dias que a gente olha pra si
E se pergunta se é mesmo isso aí
quando a gente achou que ia ser
quando a gente crescer
e nossa história de repente ficou
Alguma coisa que alguém inventou
A gente não se reconhece ali
No oposto de um Deja vú
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora que já é
Por isso eu quero mais
Não dá pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora que já é
Por isso eu quero mais
Não da pra ser depois
O que ficou pra trás
Na hora aqui já é
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Uma mulher deve estar sempre pronta II - O enigma
O que fazer?Usar ou não aquela sandália (ou sapato) que ter deixa linda, mas que dá um chulezinho básico?
Dar ou não dar quando você não está com a depilação tão em dia assim?
Almoçar ou não na casa da sogra só pra agradar o amado mesmo sabendo que será um dia daqueles?
Discutir a relação quando ele chega tarde em casa ou engolir o ódio, e só ficar emburrada?
Topar ou não o convite daquele gato para ir à praia mesmo sabendo que o biquíni não anda lhe favorecendo?
Os.: Segundo meu amigo fofo Acyr, uma boa dica para essa é marcar a praia cedinho (sim, terá que acordar cedo) e não tomar café da manhã;;; a barriga murcha que é uma beleza..rs
Então? Uma mulher deve estar sempre pronta? Ou como ela deve reagir rs
domingo, 7 de setembro de 2008
MANUAL DA MULHER RESOLVIDA
Textinho de internet que a minha amiga Alethea mandou... engraçadinho e com váaaarios conselhos úteis..rs
Regras básicas
*Se ele se interessou, ele liga!
É isso mesmo!
Quando o cara quer, não tem projeto importante, morte de tia ou trânsito maluco que o impeça de convidar você para sair.
*Passou uma semana sem ouvir notícias dele?
Esquece, parte pra outra!
Ligar para saber se está tudo bem, nem pensar!
Homem perdido merece ser encontrado morto no apartamento e pelo zelador do prédio, porque os vizinhos não agüentam mais o fedor de carniça...
*Vocês saíram e ele não ligou mais?
Foi por que você cedeu? Ou por que não cedeu?
Na verdade, pouco importa.
Se ele estava a fim de sexo e rolou, ótimo!
Sexo é que nem pizza: bom-até-quando-é-ruim...
Mas se você não cedeu, ele provavelmente não procurou mais porque achou que ia dar muito trabalho...
Ou seja, pare de se atormentar porque transou ou não!!!
*Duas lições:
Dar uma de difícil depois de uma certa idade, já era!!!
Ridículo mesmo é fazer tipinho!!!
E, além do mais, você vai se arrepender de ter cedido e de não ter cedido...
*Homens comprometidos: Diga não!!!
A relação dele está em crise? Péssimo!!!
Só falta oficializar o fim? Ótimo!
Se ele quiser continuar infeliz, dane-se!
Senão, ele termina de uma vez e, depois, procura você, combinado?
*Ouviu aquela clássica: 'Você é boa demais para mim'?
Acredite, amiga! É mesmo!!!
Descarte o cidadão e pare de bancar a Madre Tereza de Calcutá!
*Não tente
Não dá pra namorar um cara pelo qual você não tem um mínimo de admiração.
*Traição
Não continue com um cara que chifrou você... você não vai agüentar a onda de ser traída de novo.
E olho vivo se ele já foi infiel com outras.
A gente sempre acha que com a gente vai ser diferente...
Esqueça!!! Nunca é!!!
*E atenção! A fila anda!!!
Pior do que nunca achar o homem certo, é viver pra sempre com o homem errado...
*Nosso lema a partir de hoje: O homem que não dá assistência abre concorrência e perde a preferência!
Regras básicas *Se ele se interessou, ele liga!
É isso mesmo!
Quando o cara quer, não tem projeto importante, morte de tia ou trânsito maluco que o impeça de convidar você para sair.
*Passou uma semana sem ouvir notícias dele?
Esquece, parte pra outra!
Ligar para saber se está tudo bem, nem pensar!
Homem perdido merece ser encontrado morto no apartamento e pelo zelador do prédio, porque os vizinhos não agüentam mais o fedor de carniça...
*Vocês saíram e ele não ligou mais?
Foi por que você cedeu? Ou por que não cedeu?
Na verdade, pouco importa.
Se ele estava a fim de sexo e rolou, ótimo!
Sexo é que nem pizza: bom-até-quando-é-ruim...
Mas se você não cedeu, ele provavelmente não procurou mais porque achou que ia dar muito trabalho...
Ou seja, pare de se atormentar porque transou ou não!!!
*Duas lições:
Dar uma de difícil depois de uma certa idade, já era!!!
Ridículo mesmo é fazer tipinho!!!
E, além do mais, você vai se arrepender de ter cedido e de não ter cedido...
*Homens comprometidos: Diga não!!!
A relação dele está em crise? Péssimo!!!
Só falta oficializar o fim? Ótimo!
Se ele quiser continuar infeliz, dane-se!
Senão, ele termina de uma vez e, depois, procura você, combinado?
*Ouviu aquela clássica: 'Você é boa demais para mim'?
Acredite, amiga! É mesmo!!!
Descarte o cidadão e pare de bancar a Madre Tereza de Calcutá!
*Não tente
Não dá pra namorar um cara pelo qual você não tem um mínimo de admiração.
*Traição
Não continue com um cara que chifrou você... você não vai agüentar a onda de ser traída de novo.
E olho vivo se ele já foi infiel com outras.
A gente sempre acha que com a gente vai ser diferente...
Esqueça!!! Nunca é!!!
*E atenção! A fila anda!!!
Pior do que nunca achar o homem certo, é viver pra sempre com o homem errado...
*Nosso lema a partir de hoje: O homem que não dá assistência abre concorrência e perde a preferência!
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
Fazer amor, destruir amor..

Já reparou na quantidade de amores que você faz e destrói ao longo da vida? Em um dia, você está ali, se encanta por alguém ou algum coisa e, no momento seguinte, se vê deixando aquilo para atrás.. tendo que esquecer, fingindo que não é mais com você... Dá um trabalho... Depois, fica só uma saudadezinha que aparecer de vez em quando.
Já fazer um amor é muito divertido. Na verdade, ele aparece quando você menos espera. Você percebe o potencial para algo bom, relaxa os sentidos e começa a se apaixonar. Daí, começa a nascer a curiosidade pelo outro, a capacidade quase ilimitada de prestar atenção em tudo o que o objeto de sua devoção faz, e a sensação que é tudo perfeito. Ao contrário de quando um amor acaba, onde a menor ação do outro parece sempre errada.
Enfim... fazer amor, destruir amores.. parte da vida... Filme para ver depois do post: “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”
Das dificuldades de ser imprensa

Quando você entra na faculdade de jornalismo aprende, já nas primeiras lições, que não vai ter vida fácil. Não vai ter horário certo para trabalhar, vai ser chamado de urubu quando tiver que cobrir alguma desgraça que tenha acontecido, e também vai enfrentar a incompreensão da família diante de tão conturbada carreira.
Mas no último fim de semana, aprendi um novo capítulo das dificuldades de ser imprensa.
Cobrindo o 53ª Festa do Peão de Boideiros de Barretos, tive que conviver com uma sala de imprensa que fechava às 23h, mesmo existindo profissionais trabalhando no local ao longo da madrugada em que o evento acontecia, e também tive que trabalhar às escuras.
Como eu e o fotógrafo deixamos o lap top no local, eles esperavam que voltássemos, mas apagavam as luzes da sala. Ao ouvirem nosso questionamento sobre aquela situação, em geral respondiam:
“Não podemos acender as luzes. Senão, as pessoas vão achar que estamos funcionando e vão querer entrar na sala. Estamos abrindo uma exceção pra vocês.”
Ou seja, trabalhar no escuro, só com a iluminação que vinha da tela do lap top, virou privilégio.
Sempre entendi a falta de horários no jornalismo. Afinal, notícia não tem hora pra acontecer. Nunca entendi ser chamado de urubu, já que estamos apenas satisfazendo a curiosidade daqueles que vão comprar as notícias no dia seguinte. Mas trabalhar no escuro já é demais. O primeiro degrau para a degradação completa de uma categoria que já tem muito pouco para perder, e que trabalha mesmo por paixão.
Marcadores:
desrespeito,
indignação,
jornalismo
Assinar:
Postagens (Atom)